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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Um passeio pela história na e da cidade

Muito boa a atividade promovida pelos grupos 'Manaus Direitos Urbanos' e 'Manaus de Antigamente'. Um passeio por logradouros do Centro Histórico de Manaus, guiado pelo artista plástico e doutor Otoni Mesquita, um profundo conhecedor da história da cidade de Manaus e das mudanças urbanísticas pelas quais a cidade passou. Otoni Mesquita tem estudos publicados sobre a arquitetura de Manaus, resultado da dissertação de mestrado e da tese de doutorado. Os livros ainda podem ser encontrados na Livraria Valer e na Livraria da Universidade do Amazonas - Lua, respectivamente.

Manaus - História e Arquitetura (1852-1910). Manaus: Editora Valer / Prefeitura de Manaus e Uninorte, 2006.
La Belle Vitrine - Manaus entre dois tempos (1890-1900). Manaus: Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2009.




Grupo promove “tour cidadão” pelo Centro de Manaus

Durante passeio, pessoas conhecem o passado e o presente da região central da cidade. O artista visual Otoni Mesquita é quem promove a iniciativa

    No roteiro, estavam a Praça da Matriz e Praça Heliodoro Balbi
    No roteiro, estavam a Praça da Matriz e Praça Heliodoro Balbi (Reprodução)
    Só é possível amar e defender aquilo que se conhece bem. Partindo de uma premissa como essa, o “Manaus Direitos Urbanos” promoveu, na manhã do último domingo (18), um passeio com integrantes do grupo e interessados pelo Centro da cidade. Conduzido pelo artista visual Otoni Mesquita, o “tour cidadão” teve como proposta levar o público a conhecer um pouco mais sobre o passado e testemunhar de perto o presente das mais antigas áreas urbanizadas de Manaus.
    O roteiro passou por locais como a Praça da Matriz, alvo recente de ações de revitalização, e a Praça Heliodoro Balbi. Ao longo do tour, Mesquita repassou ao grupo informações sobre a história dos lugares e apresentou fotografias e ilustrações antigas de Manaus. A conversa ainda incluiu questões da atualidade, como a falta de preservação ou manutenção do patrimônio público da capital amazonense.
    “Não foi um encontro para discutir somente as questões turísticas ou artísticas, mas para se discutir cidadania, discutir a cidade. É para ser mais uma instância de conversa e de articulação de ações”, declara Mesquita, também professor do curso de Artes da Universidade Federal do Amazonas. Para o artista, a educação patrimonial é “fundamental”. “É necessário que as pessoas tomem conhecimento, que se entreguem à causa”, diz.

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